Saber comunicar é fundamental para efectuar uma boa gestão


Tenho efectuado muitos Seminários e Consultoria sobre diversos temas organização empresarial, nomeadamente sobre a gestão do tempo, reuniões, liderança, gestão de equipas, verifico que a maioria dos empreendedores tem dificuldades de comunicação e não tem implementadas estratégia de comunicação com os seus clientes nem com a organização que lideram, por isso formulei o seguinte questionário.
Decidi publicá-lo no meu blog, para prestar um contributo para que todos consigamos melhorar a nossa comunicação.
Sugiro que tente responder a estas perguntas, efectue uma análise da sua política de comunicação pessoal e empresarial.
Se entender aprofundar algum destes temas entre em contacto comigo, pois terei todo o gosto em apoiá-lo a melhorar a sua comunicação.
A essência do trabalho do Gerente de uma empresa é comunicação e os resultados da actividade dependem sempre da eficácia da comunicação.
Níveis de comunicação elevados facilitam:
ü  a partilha de objectivos e de responsabilidades
ü  o reforço de processos de trabalho em equipa (com as consequentes sinergias)
A comunicação facilita a organização e melhora a cultura organizacional
ü  Alinhamento da organização
ü  Focalização da organização
ü  Eficiência
ü  Motivação Pessoal
ü  Trabalho em equipa
ü  Clima organizacional
ü  Contribuição Individual
ü  Melhoria Continua
Porque a melhoria da comunicação aumenta a influência individual do Gerente e melhora a eficácia organizacional. No entanto esta melhoria exige um esforço grande, muito treino para que se torne sensível às mensagens que vêem do interior e do exterior da sua organização.
Existem muitas barreiras a uma verdadeira comunicação
ü  Ignorância
ü  Cultura
ü  Falta de tempo
ü  Trabalho envolvido
ü  Custos da Comunicação
ü  Outras prioridades
ü  Jogos de Poder
ü  Técnicas deficientes
       Por isso a comunicação deverá ser, consistente, credível, continua, criativa e cooperativa
QUESTIONÁRIO
A)     Como e Comunica
1)      Quantas horas por semana você gasta a comunicar?
2)      Grande parte desse tempo é gasto:
i)        A conversar?
ii)      Ou a ouvir?
3)      Liste de pelo menos 3 meios de comunicação que utiliza regularmente?
4)      Tende a confiar num meio de comunicação mais do que outros?
5)      Dá muita atenção para a necessidade de comunicar?
6)      Está geralmente preparado quando comunica?
7)      Programa a sua mensagem ou o que vai dizer?
8)      Ensaia a sua mensagem?
9)      Procura feedback sobre a sua capacidade como comunicador?
10)   O feedback é bem-vindo ainda que?
i)        Não solicitado?
ii)      Ou negativo?
11)   Está satisfeito consigo? Tem feito bastante trabalho para identificar seu alvo (audiência)?
12)   Conhece o idioma e a linguagem do público com que vai comunicar. As pessoas entendem o que vai dizer?
13)   Confere as emoções de seu público-alvo e a sua disponibilidade para ouvir?
14)   Tem um plano para lidar com as emoções de seu público-alvo, especialmente se a sua notícia é perturbadora?
15)   Está preparado para repetir a mensagem se a primeira tentativa for um fracasso?
16)   Está preparado para realizar um pequeno exercício de comunicação em caso de ser necessário comunicar?
17)   Se a sua mensagem não é totalmente transmitida, você tem capacidade de voltar a transmiti-la, ou depende de outros para o fazer?
18)   Procura exercer algum controlo sobre o ambiente no qual você está ou pretende comunicar?
19)   Entende que todos têm senso de humor?
20)   Usa o humor na comunicação?
i)        Ocasionalmente;
ii)      De forma consciente e selectiva;
iii)    Com frequência;
iv)    Raramente ou nunca.
21)   Entende que os melhores comunicadores são espontâneos?
22)   Ao ouvir os outros comunicar?
i)        Concentra-se nos detalhes do que está sendo dito?
ii)      Mantém a sua atenção no argumento geral ou global da mensagem?
23)   Quem é que mais ouve?
i)        Aqueles que se lhe reportam directamente?
ii)       Os colegas do mesmo nível?
iii)    As pessoas mais cargos mais altos do que o seu?
iv)    A sua família ou amigos?
v)      Outros contactos fora da sua organização




B)      Como gere a comunicação
1)      Evita uma “má notícia”, ou hesita em passá-la?
2)      Dá a terceiros a tarefa de comunicar “más notícias”?
3)      Gere a comunicação, trabalhando os problemas ou questões de forma franca, aberta e objectiva?
4)      É um parceiro activo dentro dos grupos e equipas?
5)      É considerado como um bom ouvinte?
6)      Considera-se a si mesmo como um bom ouvinte?
7)      É considerado um bom orador público pelas outras pessoas?
8)      Considera-se um bom orador público?
9)      O seu estilo de comunicação no local de trabalho é semelhante ao seu estilo de comunicação fora do local de trabalho?
C)      Como Comunica com Equipas?
1)      Existe algum desequilíbrio na comunicação verbal, quando se encontra como a sua equipa?
2)      Há membros da equipa que dizem que pouco ou nada?
i)        Esta baixa contribuição verbal é ocasionada, por:
(1)    Própria escolha?
(2)     Porque não têm hipótese de dizer alguma coisa?
(3)     Porque eles precisam ser incentivados?
(4)     Por outras razões?
3)      Há muita conversa e pouco valor no que se diz?
4)      Há muita conversa e pouca de acção ou conclusões?
5)       A comunicação é informal, é valorizada e incentivada?
6)      Na comunicação dentro de grupos e equipas na sua organização a discussão é aberta?
7)      Há uma participação activa e equilibrada – em palavras e actos – incentivada por você ou por outra da equipa?
8)       A competência de comunicar é uma prioridade na selecção das pessoas para os grupos de projectos ou equipas?
9)       Quando criamos um o grupo ou equipa de coordenação consideramos a capacidade de comunicação como um factor essencial?
10)   Quando grupos e equipas, se encontram, tem sempre instalações e equipamentos à sua disposição para apoiar o sucesso de suas reuniões?
11)   Como é que você se comunica com grupos e equipas da sua área de responsabilidade?
i)        Reunião presencial com todo o grupo ?
ii)      Reunião com o coordenador ou líder?
iii)    Através de comunicação escrita?
iv)    Quando da apresentação de relatórios e apresentação de planos?
D)     Como comunica dentro da Organização
1)      Quais os meios de comunicação são usados em sua organização?
2)      Você está feliz com o que usa? Atinge os resultados que quer? Qual a combinação de meios de comunicação que usa?
3)      Quantos funcionários têm acesso aos canais de comunicação informais?
4)       Você sabe qual ou quais os canais de comunicação são os melhores para o seu público? Sabe como utilizá-los?
5)      Qual e quais são os momentos mais importantes para comunicar com a todos da sua organização?
6)      Tem tempo para ouvir o que a organização lhe tem para dizer?
7)      A sua organização é lenta na divulgação de informações sobre a sua performance?
8)      Como a sua organização responder às críticas?
i)        Directamente e rapidamente através da gerência ou porta-vozes:
ii)      Indirectamente, e brevemente através comunicado;
iii)     Tenta ignorá-las:
iv)     Lentamente ou adia o a resposta.
9)      Como a sua organização lida com a incerteza?
10)   Qual a atitude da sua organização perante um problema:
i)        Deixa-o morrer por si próprio?
ii)      Mantêm-se à distância dele?
iii)    Tenta percebê-lo, classificá-lo e resolvê-lo?
11)   Está satisfeito com a imagem de comunicação da sua organização?
i)        Pode de fazer qualquer coisa sobre isso?
Armando Fernandes

Business Coach

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Emprego e empresas familiares


São Empresas Familiares aquelas “em que uma Família detém o controlo, em termos de nomear a gestão, e alguns dos seus membros participam e trabalham na empresa”. Definição de empresa familiar dada pela Associação Portuguesas de Empresas Familiares (APEF).

 

De acordo com esta Associação, o peso das empresas familiares em Portugal está estimado entre os 70% e 80%, produzem cerca de 60% do Produto Interno Bruto e
empregam mais de metade da mão-de-obra.

Independentemente de muitas circunstâncias o exemplo seguinte é um típico caso de uma empresa familiar que evolui alinhadamente com o crescimento da família:

Fundação: Pais com 25 a 30 anos e os filhos até 9 anos de idade;

Crescimento: Pais com 30 a 40 anos e os filhos até 20
anos de idade;

Desenvolvimento: Pais de 40 a 50 anos e os filhos até 30 anos
de idade a entrarem na empresa;

Expansão: (maioridade). Pais de 50 a 60 anos, filhos até 30 anos e netos até 9
anos;

Consolidação: (maturidade). Pais de 60 a 70 anos, filhos
até 40 anos, netos até 20 anos de idade;

Institucionalização e renascimento: Pais de 70 a 80 anos (reformados), filhos de 40 a 60 anos (na direção da empresa) e netos à procura de emprego.

Vários estudos Nacionais e Internacionais indicam que apenas 30% das empresas familiares conseguem sobreviver à passagem da liderança para a segunda geração, e destas, apenas 10% a 15% irá continuar activa após a segunda sucessão. Isto quer dizer que num cenário de 20 empresas só 2 ou 3 sobrevivem ao neto.

São também dados desses estudos que 60% dos fracassos das empresas familiares são devidos a problemas da família, 20% por razões empresariais, 10% por falta de capital e 10% por incapacidade do sucessor.

Para além dos desafios associados à crise económica, as empresas familiares têm outros designadamente a sua continuidade e profissionalização. Por isso é normal admitir familiares sendo essa uma formas recrutamento de um sucessor para a liderança da empresa.

Um desejo normal de qualquer família é o de incorporar os seus filhos ou familiares na empresa,

Na atual conjuntura em que o desemprego j  necessidades de recrutamento de um familiar não deve ser excepção, senão a empresa familiar pode transformar-se num refúgio de incompetentes!

No que diz respeito à sucessão às vezes é mais difícil a escolha!

Às vezes não existem na família pessoas com perfil ou experiência e competência para liderar pessoas e projectos, e muito difícil a nomeação de um sucessor.

Por isso a sucessão deverá ser objeto de construção e planeamento. Numa primeira fase com a integração estruturada de familiares com o objectivo de os profissionalizar na empresa e os tornar empreendedores, se tal não for possível o melhor é ir ao mercado buscar os melhores profissionais que garantam rentabilidade para a empresa e para a família.

Algumas famílias e empresas recorrem a profissionais do Coaching para o planeamento e apoio da integração de familiares na empresa, e posterior preparação da sucessão, pois é do senso comum que quem falha em planear, planeia falhar!
Armando Fernandes

Business Coach / Consultor de Negócios

armando.fern andes@net.novis.pt

Ilustração de Mafalda Fernandes

“O que os clientes gostam” – 1


 “O que os clientes gostam” – 1.

Tudo o que você pode fazer, ou sonhar, comece. Ousadia tem genialidade, poder e magia. Comece agora. ” Goethe
Nota de leitura do livro de Harry Beckwith “What clients love”  – (1)
Estou lendo o livro de Harry Beckwith “What clients love – a field guide to growing your business”
Caro empreendedor vale a pena ler este livro que começa com a seguinte questão:
·         Será o seu negócio possível? Terá o seu negócio êxito?
·         Primeiro tente responder à seguinte pergunta:  – O que é que as pessoas gostam?
Não é importante o que os clientes dizem que querem. A verdade é que os clientes na maioria das vezes não sabem o que querem!
O que é importante é que o empresário faça perceber aos clientes que aquilo que tem para oferecer é exactamente aquilo que eles querem.
Explica Harry Beckwith que nenhum cliente pensou que precisava do multibanco e cartões de crédito, da Disneylândia , dos telemóveis. Estes  produtos e conceitos foram criados por empresários brilhantes que pensaram que as pessoas adorariam ter estes produtos ou serviços e criaram-nos para os clientes os usarem e adorarem
Transmite também algumas ideias de como devemos desenhar os nossos projectos empresariais:
·         Manda-nos ponderar sobre a forma de como faríamos concorrência ao nosso negócio, depois desta ponderação conseguiu identificar uma fraqueza. Se quizer melhorar o seu negócio elimine essa fraqueza!
·         Manda-nos fazer esta pergunta a nós próprios. “Se eu começar do zero, o que é que faria diferente?”
·         Mostra-nos que o valor de planear está no processo de planeamento pois ele ensina-nos muito sobre os colaboradores, clientes e mercado!
·         Manda-nos encontrar o “white hot center”. Existem especialistas, editores de opinião, pessoas com poder e influência que tem capacidade de criar seguidores e conseguem ditar as escolhas aos clientes. Use-os.
Depois apresenta-nos os seguintes 14 Princípios de Planeamento:
1.         Esqueça o futuro. Temos previsões e profecias, podem não ser verdadeiras! As pessoas pensavam TV eliminaria a necessidade de rádio. Não aconteceu! Devemos planear nas nossas previsões e de acordo com aquilo que entendemos que as pessoas irão adorar.
2.         Pare de ouvir. Os homens não admitem que choram! As pessoas não se revelam facilmente  O público do sexo masculino nunca vai admitir que derramar lágrimas. Quando fazemos pesquisas ao mercado devemos olhar para aquilo que não é visível!
3.         Celebre a loucura. Porque é que as pessoas ficam
4.         uma noite inteira sentadas a ver um reality show? A sua ideia pode parecer tola por ser tola é que funciona!
5.         Resistir autoridade. Coloque 8 pessoas em uma sala e veja como a personalidade Alfa se assume. Se você é um Alfa, deverá aprender a ouvir pois os outros tem também ideias;
6.         Olhe para os especialistas com cepticismo; Cuidado com as pesquisas científicas de mercado, elas raramente revelam o que os clientes realmente gostam;
7.         Desconfie da  sua experiência e memória. Às vezes, nós lembramo-nos de coisas que nunca aconteceram. Noventa por cento das testemunhas oculares de crimes transmitem dados errados;
8.         Confiança e desconfiança. Não permita que as convicções de outras pessoas fortes o influenciem. Eles usam a confiança como ferramenta de persuasão;
9.         Evite  a perfeição. Busque a excelência profissional;
10.     O senso comum vai mantê-lo longe de problemas, mas romper requer imaginação.
11.     Abrace impaciência. As grandes organizações sofrem de inércia. É necessário manter o negócio em constante movimento;
12.     Procure a água. Nunca sabe onde a água está até a encontrá-la;
13.     Gaste menos tempo num determinado plano, e envie equipas pequenas em diferentes direcções. Nada no negócio está garantido. Sucesso do passado não é a garantia de futuro. Para aprender e viver é necessário continuar a trabalhar;
14.     Procure o investimento que tragam maiores retornos. Cada minuto e cada nota gasta deverá trazer benefícios maiores que o investimento. Esteja sempre e sempre atento para conseguir melhores resultados.
Armando Fernandes
Business Coach

7ª Edição FAZER – Formação para Empresários – Torres Vedras (11 de Junho as 16 de Julho)


 Exmo. Sr. Empreendedor

 A primeira mensagem que quero passar é o Testemunho da Drª Maria Virginia Melicias da Empresa Serena Idade -participou na 4ª Edição Março 2012

“Quero recomendar o Armando Fernandes, pela qualidade dos seus serviços de coaching a empresas e empresários e pelas suas formações, que considero muito positivas. Especificamente, a Formação Formar para o Empreendorismo, que me permitiu olhar para a minha empresa de uma nova forma, ajudou a organizar ideias, definir objectivos e estabelecer estratégias adequadas à empresa e à conjuntura. Considero que foi, efectivamente, bastante positiva e recomendo vivamente”.

           A Iniciativa Formação para Empresários tem como objectivo reforçar as competências empreendedoras através da realização de formação e coaching (treino) para que consigam ser melhores resultados profissionais e pessoais.

           Armando Fernandes, tem uma elevada experiência na formação e coaching de negócios e acredita que com esta iniciativa irá contribuir para melhoria da rentabilidade, das vendas, da gestão das pessoas nas empresas participantes

O êxito atingido por empresários que frequentaram essas formações nos anos 2009 e 2010, são a principal garantia desta metodologia de Formação e Treino.

Obrigado pela confiança

Armando Fernandes

PROGRAMA

 Primeira Sessão – O Objectivo – A Liderança

  •  – Se não sabe para onde vai como você vai lá chegar?
  •  – Auto-Emprego e empreendedorismo!
  •  – Também se aprende a liderar!
  •  – Controle o Destino da Sua Empresa.

Segunda Sessão – Marketing

  •  – Você aprenderá a gerar contactos.
  •  – Depois desta sessão você aprenderá a efectuar a sua própria campanha de marketing,
  •  – Como colocar os clientes a gostar de si.

 Terceira sessão – Vendas

  •  – Aprenda a ser um profissional de Vendas.

 Quarta Sessão – Equilíbrio Financeiro

  •  – Aprenda a controlar os seus fluxos de Tesouraria.
  •  – Aprenda como rentabilizar a sua empresa.
  •  – Construa um Painel de navegação.

 Quinta Sessão – Gestão de Pessoas

  •  – Como contratar as pessoas certas.
  •  – Motivar para atingir objectivos.
  •  – Gerir pelo Positivismo.

 Sexta Sessão – Construa o seu Plano Estratégico

  •  – Para que serve o planeamento.
  •  – Como Planear.
  •  – Construção do seu Plano.

 CALENDÁRIO


INTERVENÇÃO

 A intervenção é destinada a empreendedores que independentemente do seu nível de escolaridade sintam necessidade de conhecer e aprender novas técnicas de organização e gesta do seu negócio.

 A conclusão desta formação vai dar-lhe um conjunto de competências aplicáveis de imediato e com resultados efectivos no desenvolvimento do negócio.

 O limite de formandos por sala é de 12, para assim ser mais fácil a comunicação e a transmissão de conhecimento.

 São realizadas 5 sessões de formação de 3h em sala de formação e

três dias depois de cada sessão de formação, será agendada uma sessão de trabalho de 1 hora com cada participante para acompanhar o processo de assimilação dos conteúdos e a apoiar a sua implementação.

 Temas das 5 sessões

  •  O Objectivo – A Liderança
  • Marketing
  • Vendas
  • Equilíbrio Financeiro
  • Gestão de Pessoas
  • A sexta sessão – Construa o seu  Plano Estratégico, será de 4 horas

Depois da sexta sessão – Construa o seu Plano Estratégico – será agendada uma sessão de trabalho 2h30m com cada empresa participante para ajudar a concluir o Plano Estratégico

 MAIS INFORMAÇÕES

Para esclarecimentos:

Telefone: 261 100 003 Fax: 261 100 006 Tlm: 934 515 241

Correio electrónico: armando.fernandes@net.novis.pt

O preço da formação é de 700€ + IVA. 

2ª Pessoa da mesma empresa ou um amgo 50% desconto

Em inscrições até 31 de Maio oferta da segunda inscrição

 Lugares limitados (12)

 

OPORTUNIDADES E DESAFIOS


Hoje 21 de Maio de 2012 Armando Fernandes inicia a sua colaboração semanal com a rádio Mais Oeste.

Crónica semanal de Armando Fernandes

Segundas-feiras às 8:55, 11:55, 14:55, 17:55, 21:55, 1:55 e 4:55.

 

Empreender é um acto nobre e de liberdade


Artigo Publicado no Jornal “mais oeste” de 9 de Março de 2012

Ilustração de Mafalda Fernandes

Decidi reler Aristóteles e reencontrei nos seus escritos o princípio da casualidade onde ele demonstra às pessoas que acreditavam, que a sorte e o sucesso, provinham da vontade dos Deuses Reunidos no Monte Olimpo, de facto esses resultados eram originados por actos específicos. “Ter sorte dá muito trabalho”.

Isto é cada causa ou acção gera um determinado resultado, quer gostemos ou não dele.

Nos negócios o êxito é sempre o resultado directo ou indirecto de acções específicas. Por isso o sucesso não é acidental nem o resultado aleatório de um sorteio.

Por isso quando somos claros naquilo que queremos e trabalharmos para atingirmos esses objectivos poderemos efectivamente efectuar a colheita como é bem dito na Bíblia “Pois o que o homem semear, isso também colherá.”

Tenho contacto diário com muitas pessoas que estão desempregadas, ou que procuram emprego e estão determinadas a empreender.

Costumo dizer-lhes que empreender, é um acto nobre, de enorme liberdade e responsabilidade, e que devem iniciar o empreendedorismo com uma análise do que realmente são e que tipo de vida levam, e orientar os seus pensamentos para o que efectivamente querem ter, para depois se construírem como pessoa que consegue concretizar esse objectivo!

Assim o Empreendedorismo passa pela crença, pelas espectativas, pela atracção e pela correspondência como diz Brian Tracy, no seu livro “The 100 Abslotely Unbreakable Laws of Business Sucess”

Pela crença pois “em tudo aquilo em que acreditar com sentimento tornear-se-á a sua realidade”. Se tivesse tempo, dinheiro, competências e contactos, o que escolheria fazer da sua vida?

Pelas espectativas “tudo aquilo que esperar, com confiança, torna-se uma profecia que se cumpre a si mesma”.  Imagine que os melhores momentos da sua vida estão para vir! Imagine que a sua situação actual é estar numa estação de comboios com as malas feitas e devidamente preparado para a concretizar a grande viagem que é a concretização dos seus objectivos!

Pela atracção “você é um íman, atrai invariavelmente, para a sua vida as pessoas, situações e circunstâncias que estão em sintonia com os seus pensamentos”. Seja um arquitecto da sua vida do seu destino. A forma como concretiza os seus pensamentos é fundamental para atingir objectivos, e criar a confiança para que os outros venham até nós!

Pela correspondência “o seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior, ele corresponde aos seus padrões dominantes de pensamento”. Todos somos como um iceberg! Temos uma parte visível onde os outros vêm como nos comportamos, e temos uma parte submersa onde temos as nossas crenças, competências e valores. O facto é que melhorando as nossas competências, transformando para melhor as nossas crenças e valores estamos a mudar o nosso ser e assim conseguimos fazer mais e melhor!

Tenho realizado muitos seminários e workshops onde várias vezes sou questionado sobre a fórmula para o sucesso do empreendedorismo, e de facto é difícil, no entanto ouvindo uma gravação de um seminário que realizei no ano passado encontrei uma frase que descreve o meu pensamento “ Para empreender é necessário começar pelo princípio e idealizar o que queremos ter, fazer e ser, depois de percebermos efectivamente o que queremos, devemos visualizar, verbalizar e materializar. Finalmente ser persistente perante as adversidades!

Armando Fernandes

Business coach / Consultor de Negócios

artigio-armando mais oeste 73 de 9 de 03-2012

armando.fernandes@net.novis.pt

Porque faço parte de uma rede de empresários (network empresarial)?


Ilustração de Mafalda Fernandes

Uma “Network” é uma rede de contactos pessoais e profissionais organizada e estruturada para criar ligações entre pessoas. Tem como finalidade promover o intercâmbio de negócios, informações, e formação.

Uma rede de contactos é uma das formas mais eficientes de relacionamento profissional, pois permite conhecer pessoas, cimentar relações e criar mecanismos de confiança favoráveis ao desenvolvimento de negócios e promoção do mercado de trabalho.

Em estudos efectuados nos Estados Unidos cerca de 70% das oportunidades de emprego e de negócio são preenchidas graças às indicações que surgem a partir de conhecidos que fazem parte da rede.

Entrar numa rede de contactos começa com uma atitude positiva e com o entendimento de que o sucesso pessoal e profissional pode ser construído com a arte de partilhar.

Há pois que compreender que uma rede de contactos se baseia na vontade de conhecer e reunir com outras pessoas para estabelecer relações pessoais e profissionais e gerar mais negócios.

Muitas vezes temos contacto com outros empresários, mas não sabemos nem de perto nem de longe o que eles fazem, quais os conhecimentos que têm e de recursos de que dispõem.

O mesmo pode acontecer com os outros relativamente a nós.

Por isso o segredo básico do sucesso de uma rede de contactos passa por:

  • Cada membro da rede tem de estar interessado em conhecer os outros;
  • Cada membro deve compartilhar mais sobre si e o seu negócio superando tudo o que fez no passado.

É a partir deste intercâmbio de conhecimentos de rede que serão estabelecidas as relações entre pares e se inicia de uma forma regular o apoio mutuo, a ajuda, os conselhos, as influências, as referências e outros benefícios que advirão desta prática colaborativa.

Numa rede de contactos podemos exacerbar estratégias de referenciação (ex: o marketing de boca a boca) e o seu sucesso depende da atitude dos seus membros no que diz respeito a:

  • Dar e receber;
  • Contribuir e apoiar;
  • Oferecer e solicitar;
  • Promover as necessidades dos outros além das suas próprias necessidades de promoção;
  • Confiança e persistência.

Os benefícios da rede são entre outros:

  • Aumento da quota de mercado, ter mais clientes;
  • Novas ideias;
  • Diversão;
  • Aprendizagem – Formação para empresários;
  • Encontro de novos colegas e amigos;
  • Obter novas perspectivas sobre temas de interesse;
  • Parcerias para o negócio ou novos negócios.

Estas redes de contactos destinam-se a empresários e empreendedores com iniciativa e inovadores, que percebem que a rede é uma ferramenta de marketing por meio da qual podem cultivar relações profissionais, referenciando-se uns aos outros.

Imaginemos uma rede com um grupo de 30 a 40 membros, e uma vez que cada um conhece cerca de 50 a 100 pessoas, poderá traduzir-se numa “ network” de 1.500 a 4.000 pessoas…

Faço parte da rede empresarial com maior sucesso em todo o Mundo  BNI (Business Network Internacional),,  que  tem dois grupos locais na nossa região (Caldas da Rainha e Torres Vedras), contribuindo de forma activa para a melhoria dos negócios dos seus membros e para o desenvolvimento regional.

Por isso Sr. Empreendedor aconselho-o a conhecer esta ou outras redes de network invista algum do seu tempo, pois conseguirá de certeza mais e melhores negócios.

Armando Fernandes

Busness Coach / Consultor de Negócios