“O que os clientes gostam” – 1


 “O que os clientes gostam” – 1.

Tudo o que você pode fazer, ou sonhar, comece. Ousadia tem genialidade, poder e magia. Comece agora. ” Goethe
Nota de leitura do livro de Harry Beckwith “What clients love”  – (1)
Estou lendo o livro de Harry Beckwith “What clients love – a field guide to growing your business”
Caro empreendedor vale a pena ler este livro que começa com a seguinte questão:
·         Será o seu negócio possível? Terá o seu negócio êxito?
·         Primeiro tente responder à seguinte pergunta:  – O que é que as pessoas gostam?
Não é importante o que os clientes dizem que querem. A verdade é que os clientes na maioria das vezes não sabem o que querem!
O que é importante é que o empresário faça perceber aos clientes que aquilo que tem para oferecer é exactamente aquilo que eles querem.
Explica Harry Beckwith que nenhum cliente pensou que precisava do multibanco e cartões de crédito, da Disneylândia , dos telemóveis. Estes  produtos e conceitos foram criados por empresários brilhantes que pensaram que as pessoas adorariam ter estes produtos ou serviços e criaram-nos para os clientes os usarem e adorarem
Transmite também algumas ideias de como devemos desenhar os nossos projectos empresariais:
·         Manda-nos ponderar sobre a forma de como faríamos concorrência ao nosso negócio, depois desta ponderação conseguiu identificar uma fraqueza. Se quizer melhorar o seu negócio elimine essa fraqueza!
·         Manda-nos fazer esta pergunta a nós próprios. “Se eu começar do zero, o que é que faria diferente?”
·         Mostra-nos que o valor de planear está no processo de planeamento pois ele ensina-nos muito sobre os colaboradores, clientes e mercado!
·         Manda-nos encontrar o “white hot center”. Existem especialistas, editores de opinião, pessoas com poder e influência que tem capacidade de criar seguidores e conseguem ditar as escolhas aos clientes. Use-os.
Depois apresenta-nos os seguintes 14 Princípios de Planeamento:
1.         Esqueça o futuro. Temos previsões e profecias, podem não ser verdadeiras! As pessoas pensavam TV eliminaria a necessidade de rádio. Não aconteceu! Devemos planear nas nossas previsões e de acordo com aquilo que entendemos que as pessoas irão adorar.
2.         Pare de ouvir. Os homens não admitem que choram! As pessoas não se revelam facilmente  O público do sexo masculino nunca vai admitir que derramar lágrimas. Quando fazemos pesquisas ao mercado devemos olhar para aquilo que não é visível!
3.         Celebre a loucura. Porque é que as pessoas ficam
4.         uma noite inteira sentadas a ver um reality show? A sua ideia pode parecer tola por ser tola é que funciona!
5.         Resistir autoridade. Coloque 8 pessoas em uma sala e veja como a personalidade Alfa se assume. Se você é um Alfa, deverá aprender a ouvir pois os outros tem também ideias;
6.         Olhe para os especialistas com cepticismo; Cuidado com as pesquisas científicas de mercado, elas raramente revelam o que os clientes realmente gostam;
7.         Desconfie da  sua experiência e memória. Às vezes, nós lembramo-nos de coisas que nunca aconteceram. Noventa por cento das testemunhas oculares de crimes transmitem dados errados;
8.         Confiança e desconfiança. Não permita que as convicções de outras pessoas fortes o influenciem. Eles usam a confiança como ferramenta de persuasão;
9.         Evite  a perfeição. Busque a excelência profissional;
10.     O senso comum vai mantê-lo longe de problemas, mas romper requer imaginação.
11.     Abrace impaciência. As grandes organizações sofrem de inércia. É necessário manter o negócio em constante movimento;
12.     Procure a água. Nunca sabe onde a água está até a encontrá-la;
13.     Gaste menos tempo num determinado plano, e envie equipas pequenas em diferentes direcções. Nada no negócio está garantido. Sucesso do passado não é a garantia de futuro. Para aprender e viver é necessário continuar a trabalhar;
14.     Procure o investimento que tragam maiores retornos. Cada minuto e cada nota gasta deverá trazer benefícios maiores que o investimento. Esteja sempre e sempre atento para conseguir melhores resultados.
Armando Fernandes
Business Coach
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Reuniões e gestão do tempo


Participo em muitas reuniões e verifico que há algumas são muito produtivas outras são uma grande seca.

Há reuniões que uma perda de tempo, outras que saímos iludidos, no entanto há algumas reuniões onde conseguimos atingir os nossos objectivos.

Num pequeno inquérito que realizei a 23 clientes que participaram nos meus seminários sobre gestão de reuniões retirei os seguintes resultados:

  • 62% das reuniões eram improdutivas;
  • 38% das reuniões realizadas não eram necessárias;
  • 72% dar reuniões duravam muito mais que o tempo necessário;
  • 48% do tempo dos Gerentes e Directores eram usados em reuniões;
  • 82% Nunca tinham efectuado o cálculo do preço de uma reunião;

Pensando na informação de que 48% do tempo de um Gerente é dedicado a reuniões e de que 62% das reuniões eram improdutivas. Efectuei os seguintes cálculos:

  • Para 40 horas de trabalho semanal
  • Se for ocupado 48% do tempo em reuniões, semanalmente um Gerente ocupará 19h12m em reuniões.
  • Se 38% das reuniões realizadas não eram necessárias, quer dizer que são dedicadas 7h17m por semana em reuniões que podiam ser evitadas. Isto é um dia por semana.
  • Se 62% destas 19h12m são improdutivos, correspondem a 10h54m por semana em “trabalhar para o boneco”. Este valor vezes 48 semanas de trabalho correspondem a cerca de 523 horas por ano, representando 63,4 dias úteis por ano.

CONCLUSÃO DESTES CALCULOS

UM DIA POR SEMANA A FAZER REUNIÕES DESNECESSÁRIAS!

QUASE 3 MESES POR ANO A FAZER REUNIÕES IMPRODUTIVAS!

Por isso adquirir competências sobre gestão de reuniões é demasiado importante para os nossos resultados como empreendedores.
  • Saber organizar uma reunião!
  • Saber criar e dominar um grupo e a sua dinâmica!
  • Saber criar regras de conduta para a reunião!
  • Saber comunicar com as pessoas presentes na reunião!
  • Saber controlar o tempo da reunião!
  • Saber efectuar reuniões proveitosas!

O CENTRO HISTÓRICO DE TORRES VEDRAS – UM CENTRO COMERCIAL E CULTURAL A CÉU ABERTO


O CENTRO HISTÓRICO DE TORRES VEDRAS – UM CENTRO COMERCIAL E CULTURAL A CÉU ABERTO. – Publicado no jornal Badaladas em 28 de Junho de 2012

“A maioria das pessoas não planeia fracassar, fracassa por não planear.” John L. Beckley

As Autarquias têm um papel muito importante no desenvolvimento dos Centros Históricos. A Câmara Municipal de Torres Vedras está a implementar um processo de mudança com o programa «Torres ao Centro», assente em processos de reabilitação urbana e criação de espaços pedonais, integrando espaços sociais e culturais. 

Este processo irá transformar o Centro Histórico. Esta transformação deverá ser orientada para a promoção do uso e vivência deste espaço. Por isso entendo que há que atrair novos habitantes, novos negócios, novos visitantes e novas actividades.

Assim, passo a enunciar, de uma maneira sistemática, algumas acções que poderão atrair as pessoas. Algumas já estão previstas nos planos de alguns intervenientes.

 

Assim, por iniciativa das Autarquias (Câmara e Juntas de Freguesia) é possível:

·         Desenvolver a marca “Torres ao Centro”

·         Criar espaços estacionamentos;

·         Pôr a funcionar transportes adaptados às condições do local;

·         Incrementar uma política de recuperação de habitações;

·         Implementar politica de alojamento de pessoas nos centros históricos e comercias;

·         Impedir a saída de serviços da Administração pública e Serviços Públicos das zonas centrais e históricas e promover a recolocação daqueles que foram de lá retirados;

·         Beneficiar com taxas e impostos municipais mais reduzidos, quem reside e tem actividade no centro histórico;

·         Apoiar actividades de animação desenvolvidas no centro;

·         Estabelecer parcerias com Associações Culturais e Empresariais para a realização de actividades regulares e calendarizadas de atracção de visitantes 

·         Manter a Feira Rural;

·         Facilitar os mecanismos burocráticos e económicos na implementação de novos negócios;

·         Estudar e promover – com as Associações Empresariais – espaços dedicados a actividades similares (Ex: zona de sapatarias, zona de restauração, etc.).

·         Apoiar criação de empresas e serviços de apoio social e do sector de saúde e bem-estar na zona histórica;

·         Identificar factos de interesse da história local e promover uma actividade anual no Centro Histórico para trazer mais pessoas.

·         Fundar – em parceria – uma «Incubadora de Negócios», para a instalação de novas actividades, como por exemplo:

o    Negócios de Arte;

o    Negócios nas áreas da Inovação e Design;

o    Negócios Web;

o    Escritórios virtuais;

o    Centros de domiciliação de actividades;

o    Empreendedorismo jovem (com protocolos com Universidades);

o    Indústria de Serviços que se possa deslocar para a zona histórica (Bancos, Companhias de Seguros)

Apesar do seu carácter exaustivo, a lista podia não ficar por aqui. Na próxima semana e nesta coluna – na sequência deste texto e dentro da mesma linha de pensamento – avançarei com algumas propostas que implicam e desafiam a participação activa das Associações Culturais e Empresariais.

ARMANDO FERNANDES

( Business Coach )

 

 

ACTIVIDADES ECONÓMICAS NO CENTRO HISTÓRICO DE TORRES VEDRAS (I Parte)



ACTIVIDADES ECONÓMICAS  
NO CENTRO HISTÓRICO DE TORRES VEDRAS (I Parte)

Publicado no Jornal Badaladas em 8 de Junho de 2012

ARMANDO FERNANDES

( Business Coach )

 

“Loucura é fazer o mesmo de sempre e esperar resultados distintos” (AA)

 

Irei apresentar – neste primeiro texto – a perspectiva de um Business Coach (Treinador Empresários) sobre o papel dos diversos agentes económicos na dinamização do Centro Histórico de Torres Vedras.

O trabalho de treino de empresários, permitiu-me contactar com muitas realidades e ajudar empreendedores a arranjar estratégias para melhorarem os seus negócios. Daí ter vários artigos publicados no meu blogue http://itaca-pensamento.blogspot.com, e outros publicados em jornais e revistas de outros concelhos e Associações Empresarias.

            Deste modo, quero simplesmente contribuir para uma reflexão e debate, uma vez que estão a decorrer na nossa cidade um conjunto de intervenções urbanísticas de fundo, com o envolvimento expresso da Autarquia, da Comunidade e dos Agentes Culturais.

Porém, considero que não é tão visível o envolvimento Empresarial, nomeadamente o Sector Comercial, e constato que:

·         a sociedade de consumo e o comércio nunca estiveram tão desenvolvidos como estão actualmente;

·         o comércio desenvolveu-se nos últimos anos com novos agentes que afunilaram a concorrência e alargaram a oferta (grandes superfícies);

·         o comércio electrónico está em franco desenvolvimento

·         a crise financeira internacional e os seus reflexos no nosso país levaram a uma diminuição do rendimento disponível das famílias, estando o consumo a diminuir

·         o comércio tradicional, que está em crise há mais de 20 anos, não conseguiu responder a estas transformações e foi apunhalado pelas costas através de politicas  de desenvolvimento urbano seguidas nas últimas 5 décadas. 

 

Considero a actividade empresarial, assim como a fixação de residentes, estratégias fundamentais para a revitalização dos centros históricos. Por isso, entendo que deverão ser criados novos paradigmas que permitam a viabilização de antigos e novos negócios nestes locais.

Acredito também que cada empresário deverá usar a sua inteligência e energia para se concentrar efectivamente no que é importante e estratégico para si, em vez de apresentar razões de culpabilização e abdicação.

O facto é que quando pergunto a um comerciante como exerce a sua participação cívica a resposta é que não tem tempo, e fala da Autarquia e das Associações como sendo Eles (Pronome pessoal – 3ª pessoa, plural) em vez de eu ou nós (Pronomes pessoais – 1ª pessoa).

Percebo a apreensão que têm sobre o presente e o futuro dos seus negócios, culpando o Mercado, o Estado, as Grandes Superfícies, a Autarquia, a crise, as opções de compra das novas gerações, pela actual situação.

 Considero pois que a primeira atitude é pôr estes empreendedores a pensar em colectivo e abandonar o “muro das lamentações” ocasionado pelos infortúnios. 

O Comércio Tradicional não tem as mesmas armas que as grandes superfícies, no entanto deve modernizar a sua gestão, a sua organização, tornar a actividade mais profissional e fazer aquilo que é fundamental: estar junto das pessoas para encontrar as suas necessidades e satisfazê-las.

Existem algumas acções simples, que não necessitam de grandes investimentos e podem gerar mais negócios no comércio tradicional, e que têm a ver com a relação personalizada com os clientes

Os desafios são enormes e há necessidade de um enorme envolvimento social onde deverão ser alinhados os objectivos dos Residentes, Autarquia, Empresários, Associações Empresariais e Culturais.

Sobre o papel de cada uma destas entidades irei debruçar-me nos próximos dois artigos.

 

OPORTUNIDADES E DESAFIOS


Hoje 21 de Maio de 2012 Armando Fernandes inicia a sua colaboração semanal com a rádio Mais Oeste.

Crónica semanal de Armando Fernandes

Segundas-feiras às 8:55, 11:55, 14:55, 17:55, 21:55, 1:55 e 4:55.

 

Gestão do tempo e qualidade de vida :: Notícias :: Jornal Mais Oeste Online


Gestão do tempo e qualidade de vida :: Notícias :: Jornal Mais Oeste Online.

Gestão do tempo e qualidade de vida

Gestão do tempo e qualidade de vida

Não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos. A vida é suficientemente longa e com generosidade nos foi dada, para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem.

Mas, quando ela se esvai no luxo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de bom, então, finalmente constrangidos pela fatalidade, sentimos que ela já passou…” (Séneca – “Sobre a brevidade da vida”).

O tempo não é elástico, não estica: quando se puxa de um lado, encolhe do outro. Assim, quanto mais tempo estivermos a trabalhar, menos tempo temos para nós, para a família e para os amigos. O tempo é uma entidade fixa: 24 horas serão sempre 24 horas!

Em suma:

– O tempo é o nosso recurso mais importante: não é inesgotável nem irreversível;

– Mais horas de trabalho não equivalem a maior produtividade;

– O tempo não estica, não é elástico: “puxando” de um lado, “encolhe” de outro.

Quando, no nosso dia-a-dia, tomamos atitudes que valorizem o nosso tempo, começaremos a ter maior qualidade de vida.

Tomar a consciência que gestão do nosso tempo é de vital importância para a nossa felicidade e dos que nos acompanham é fundamental.

Por isso devemos preparar-nos para por em prática técnicas para poupança de tempo, cumprir as nossas tarefas, reduzindo o stress e assim termos mais qualidade de vida.

Costumo realizar muitos seminários sobre Gestão do Tempo e o que tento ensinar são uma série de “truques” que nos podem ajudar a melhorar a sua gestão.

Por isso vou transcrever alguns dos “truques” ensino para melhorar a Administração do tempo:

1. Análise da carga de trabalho:

– Depois de ter estabelecido os seus objectivos pessoais, departamentais e da Empresa, pode organizar o seu trabalho. Efectue um registo diário do tempo que despende em cada tarefa (em períodos de 15 a 30 minutos), de seguida analise e prepare um plano de melhoria, se possível com o apoio de um Business Coach

2. Organização das tarefas:

– Defina prioridades. Faça uma lista de tarefas Urgente e de tarefas Importantes. Depois crie regras e cumpra-as.

3. Organização pessoal:

– Quando tiver de fazer um trabalho, deve preparar-se mentalmente para as tarefas que tem de realizar. Deve tentar descobrir forma de encurtar as tarefas, eliminar etapas quando possível. Assim o trabalho será mais fácil e rápido.

– Depois comece pela tarefa mais difícil e importante (evite a tentação de realizar as tarefas mais simples e fáceis, conseguirá uma melhor gestão do tempo e evitará a tendência para procrastinar).

– Dedique duas horas do seu tempo semanal para se reorganizar. Por exemplo nas duas últimas horas da próxima sexta-feira, organize-se como se fosse de férias.

4. Saiba dizer não:

– Nunca diga que “sim” a nenhuma tarefa ou actividade sem considerar o investimento do tempo. É necessário ter coragem para dizer que “não” a solicitações desnecessárias.

5. Melhore a forma com que lida com papéis;

6. Aprenda a fazer Reuniões;

7. Tenha uma atitude militante, leve a mal desperdiçar o seu tempo e seja intransigente para aqueles que subestimam o seu tempo;

8. Disfrute do seu tempo livre.

Armando Fernandes

Business Coach

Empreender é um acto nobre e de liberdade


Artigo Publicado no Jornal “mais oeste” de 9 de Março de 2012

Ilustração de Mafalda Fernandes

Decidi reler Aristóteles e reencontrei nos seus escritos o princípio da casualidade onde ele demonstra às pessoas que acreditavam, que a sorte e o sucesso, provinham da vontade dos Deuses Reunidos no Monte Olimpo, de facto esses resultados eram originados por actos específicos. “Ter sorte dá muito trabalho”.

Isto é cada causa ou acção gera um determinado resultado, quer gostemos ou não dele.

Nos negócios o êxito é sempre o resultado directo ou indirecto de acções específicas. Por isso o sucesso não é acidental nem o resultado aleatório de um sorteio.

Por isso quando somos claros naquilo que queremos e trabalharmos para atingirmos esses objectivos poderemos efectivamente efectuar a colheita como é bem dito na Bíblia “Pois o que o homem semear, isso também colherá.”

Tenho contacto diário com muitas pessoas que estão desempregadas, ou que procuram emprego e estão determinadas a empreender.

Costumo dizer-lhes que empreender, é um acto nobre, de enorme liberdade e responsabilidade, e que devem iniciar o empreendedorismo com uma análise do que realmente são e que tipo de vida levam, e orientar os seus pensamentos para o que efectivamente querem ter, para depois se construírem como pessoa que consegue concretizar esse objectivo!

Assim o Empreendedorismo passa pela crença, pelas espectativas, pela atracção e pela correspondência como diz Brian Tracy, no seu livro “The 100 Abslotely Unbreakable Laws of Business Sucess”

Pela crença pois “em tudo aquilo em que acreditar com sentimento tornear-se-á a sua realidade”. Se tivesse tempo, dinheiro, competências e contactos, o que escolheria fazer da sua vida?

Pelas espectativas “tudo aquilo que esperar, com confiança, torna-se uma profecia que se cumpre a si mesma”.  Imagine que os melhores momentos da sua vida estão para vir! Imagine que a sua situação actual é estar numa estação de comboios com as malas feitas e devidamente preparado para a concretizar a grande viagem que é a concretização dos seus objectivos!

Pela atracção “você é um íman, atrai invariavelmente, para a sua vida as pessoas, situações e circunstâncias que estão em sintonia com os seus pensamentos”. Seja um arquitecto da sua vida do seu destino. A forma como concretiza os seus pensamentos é fundamental para atingir objectivos, e criar a confiança para que os outros venham até nós!

Pela correspondência “o seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior, ele corresponde aos seus padrões dominantes de pensamento”. Todos somos como um iceberg! Temos uma parte visível onde os outros vêm como nos comportamos, e temos uma parte submersa onde temos as nossas crenças, competências e valores. O facto é que melhorando as nossas competências, transformando para melhor as nossas crenças e valores estamos a mudar o nosso ser e assim conseguimos fazer mais e melhor!

Tenho realizado muitos seminários e workshops onde várias vezes sou questionado sobre a fórmula para o sucesso do empreendedorismo, e de facto é difícil, no entanto ouvindo uma gravação de um seminário que realizei no ano passado encontrei uma frase que descreve o meu pensamento “ Para empreender é necessário começar pelo princípio e idealizar o que queremos ter, fazer e ser, depois de percebermos efectivamente o que queremos, devemos visualizar, verbalizar e materializar. Finalmente ser persistente perante as adversidades!

Armando Fernandes

Business coach / Consultor de Negócios

artigio-armando mais oeste 73 de 9 de 03-2012

armando.fernandes@net.novis.pt