A armadilha dos descontos!


Vou apresentar-vos um caso para reflexão que usei em alguns workshops:

Exemplo 1 – Venda normal

  •  Imaginemos um caso de uma venda de um produto por 100,00 €;
  • Tivemos um custo com esse produto de 70,00 €;
  • Com estas venda obtivemos um rendimento liquido (lucro) de 30,00 €.

Exemplo 2 – Venda com desconto de 10%

  • Imaginemos um caso em que tínhamos um produto para venda e pelo valor de 100,00 €, no entanto fizemos um desconto de 10%. Por isso vendemo-lo por 90,00 €
  •  Tivemos um custo com esse produto de 70,00 €.
  • Com estas venda obtivemos um rendimento líquido (lucro) de 20,00 €
  • Tivemos uma redução do nosso rendimento líquido em 33% em relação ao exemplo 1.

Exemplo 3 – Venda com desconto de 20%

  • Imaginemos um caso em que tínhamos um produto para venda e pelo valor de 100,00 €, no entanto fizemos um desconto de 10%. Por isso vendemo-lo por 80,00 €
  • Tivemos um custo com esse produto de 70,00 €.
  • Com estas venda obtivemos um rendimento líquido (lucro) de 10,00 €
  • Tivemos uma redução do nosso rendimento líquido em 66% em relação ao exemplo 1.
  • Para termos o mesmo rendimento líquido do exemplo 1 teremos de vendar 3 exemplares do produto!

Por isso cuidado com os descontos pois se fizer um desconto de 30%, não ganha nada!

 Armando Fernandes

Business Coach

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Porque fogem os clientes?


       Quando perdemos um cliente estamos a oferecê-lo gratuitamente à nossa
concorrência!

Se tem responsabilidades num negócio aconselho-o a refletir sobre estes dados:

De acordo com estudos internacionais uma empresa comum só terá conhecimento de 4% dos seus clientes insatisfeitos, porque os outros!

  •      Um negócio típico só tem notícias de 4 por cento de seus clientes insatisfeitos!
  •      Os outros 96%  que não estão satisfeitos deixam simplesmente de comprar a si e aparecer. São uma prenda oferecida à concorrência, às vezes para sempre!
  •      Destes 96% existem 68% que deixam de comprar porque forma tratados de forma indiferenciada ou mesmo ignorados!
  •      Estes antigos clientes quase nunca revelam o seu descontentamento, no entanto estes estudos revelam que sentiram indiferença na forma com que foram atendidos!

Estas estatísticas são muito perigosas para subsistência dos negócios, pois um cliente insatisfeito, que não consegue expressar as suas reclamações vai transmitir essa insatisfação aos seus amigos, vizinhos e contatos:

  • .     Em temos de médias um cliente insatisfeito falará do tema a cerca de 8 a 10 pessoas!
  •      Um em cada cinco clientes insatisfeitos falarão a cerca de 20 pessoas!
  •      São necessários transmitir 12 fatos positivos para compensar os efeitos de incidente negativo.
  •      Se conseguir solucionar uma reclamação a favor do cliente, cerca de 70% compra de novo e pode transformar-se num cliente fã!
  •      Se conseguir resolver o problema de forma rápida e eficaz a percentagem de retorno é superior a 95%.

As  empresas de maior dimensão tem Serviços de Atendimento a Clientes (SAC)..

Há mesmo algumas que tem serviços especializados com espaço físico no próprio estabelecimento.

Encontro muitas vezes esses serviços sem ninguém para atender, ou então pessoas com poucas competências para escutar o Cliente. Encontro também SAC sem processos e procedimentos estruturados.

Considero que há duas componentes fundamentais para um SAC de Qualidade:

 1º O aspeto processual do serviço, que consiste nos sistemas implementados ara fornecer os produtos e serviços.

2º O aspeto pessoal do serviço, que é a forma como é efetuado o atendimento dos clientes (atitudes, comportamento e expressão verbal e corporal).

     Pela forma em como as empresas estão organizadas quanto a processos e atendimento encontro várias de mensagens transmitidas   pelas SAC das empresas.

  •  Por exemplo existem empresas com processos lentos, inconsistentes, desorganizados ou mesmo sem processos, que  acompanham com um sistema de um atendimento Insensível. Impessoal, apático e desfocado do cliente, ou não tem serviços de atendimento dão uma imagem para o cliente “Estamo-nos nas tintas”.
  • Outro exemplo é de uma empresa com processos altamente sistematizados, assentes na uniformidade, eficácia e pontualidade, mas que descuram a parte humana do atendimento, não demonstram interesse no cliente. O pessoal do SAC tem um comportamento amorfo e  apático, transmitem ao cliente a seguinte mensagem  “Você é um número. Estamos aqui para o processar”
  • Há ainda os casos das empresas que tem um serviço para o cliente assente numa simpatia extrema, mas que não têm processos implementados e transmitem a seguinte sensação ao cliente “Fazemos todo o possível mas não sabemos rigorosamente o quê!”
  • Finalmente as empresas que tem processos de qualidade implementados, com resposta rápida e eficiente suportadas por profissionais de atendimento devidamente preparados para criar  empatia e que transmitem ao cliente a ideia que “estão empenhados no apoio e resolução de problemas e que fazem-no bem!”

É para este tipo de atendimento que todas as empresas devem orientar o atendimento ao cliente! Tenho apoiado alguns clientes na introdução deste paradigma nas suas organizações. Passados 3 a 6 meses os resultados obtidos são mesmo bons pois fidelizaram mais os clientes.

Considero que existem quatro pontos fundamentais para a criação de um SAC de qualidade:

    1. Transmissão de Atitude Positiva;
    2. Identificação das necessidades dos Clientes;
    3. Satisfação dessas necessidades;
    4. Criação de cliente fã. “O cliente trás um amigo”.

Por isso sou apologista que devem ser criados SAC em todas as empresas independentemente da sua dimensão. Porque a criação de processos da atendimento, comunicação e de feedback, ssociados ao treino dos colaboradores para o atendimento empático dão maior consistência às relações com os Clientes!

 

Armando Fernandes

Business Coach

 

2 – Alguns erros no marketing das Pequenas e Médias Empresas


Gosto muito desta frase que encontrei num folheto em inglês dos AA (Alcoólicos Anónimos), e utilizo-a muitas vezes nas minhas apresentações, seminários, workshops e formação.

“A loucura é fazer o mesmo de sempre esperar resultados distintos.”

Numa conjuntura como a actual, onde é muito difícil arranjar clientes é necessário ser mais pró-activo e por isso para conseguirmos melhores resultados temos de ir à luta. Isto é arranjar mais negócios, mais clientes e novos mercados.

A atitude normal no domínio do marketing e vendas de muitos empresários era, abrir a porta, publicar cartões-de-visita em jornais, páginas amarelas, directórios telefónicos baseados em papel e mais recentemente nos equivalentes serviços Web.

Este tipo de promoção era feita sem grandes preocupações nos resultados, e raramente era efectuada a análise do custo / benefício das diversas acções de propaganda.

Este tipo de atitude associada a um conjunto de maus hábitos de gestão levou-me a criar uma lista de maus hábitos e erros no marketing das PME:

  • Não tem plano de marketing;
  • As actividades de marketing e vendas são fortuitas;
  • São realizadas acções pro impulso e por sugestão de outros;
  • O plano de marketing não está escrito, nem programado;
  • Não tem definido o tipo de clientes que necessita de comunicar
  • Tem pouca informação sobre os clientes que necessita;
  • Quer fazer tudo muito depressa, cometendo erros;
  • Não analisa o custo e o benefício das acções;
  • É facilmente influenciado por alguém que lhe vende sonhos;
  • As mensagens que lança para o mercado são confusas;
  • Não pensa no marketing como um processo de continuidade de negócio;
  • Esquece os clientes actuais;
  • Não tem política de fidelização de clientes;
  • Não está preparado para dar continuidade Às mensagens que passa;
  • Pensa que fazer marketing é muito complicado;
  • Pensa que fazer marketing é muito caro;
  • Só utiliza uma ou poucas ferramentas de marketing;
  • Investe todo o seu orçamento em uma ou duas companhas;
  • Não é claro nas mensagens que lança para o mercado;
  • É incapaz de mostrar a sua preposição única de venda;
  • Não utiliza a base de dados de clientes que possui;
  • Não criou base de dados de clientes;
  • Sonha, e Sonha mas não faz nada para tornar o sonho realidade;
  • Não tem marca nem identidade;
  • …, e muitos mais.

É demasiado evidente que é necessário ir à luta, mas esta luta deverá ser preparada da mesma forma que um General prepara uma batalha.

Por isso olhe para o que já fez com o marketing e vendas na sua empresa, faça uma análise dos resultados, depois olhe para as armas que tem (produtos e serviços e sua preposição única de venda), olhe para o território (mercado, clientes, gostos, hábitos, necessidades, …), e prepare as estratégias, treine a si próprio e a sua equipa e depois de um plano estruturado onde tenha uma projecção dos custos benefícios vá à luta, pois tem todas as condições de vencer a batalha.

Depois desta primeira vitória trabalhe novamente para as outras batalhas, pois no estado actual do Mundo só sobrevivem aqueles que têm a audácia de mudar!

Sr. Empresário: trabalhe estes conselhos, se tiver necessidade de falar e esclarecer algum conceito inscreva-se numa sessão de coaching gratuita, numa das próximas quintas-feiras. Terei muito gosto em esclarecê-lo e ajudá-lo!

Armando Fernandes

Business Coach / Consultor de Negócios

Algumas ideias para fazer crescer um negócio – Pequenas Empresas!


A experiência que tenho no coaching e consultoria de negócios levou-me à presente reflexão que tenho todo o gosto em partilhar!

Encontre o seu nicho de mercado.

Uma empresa pequena com recursos limitados, nomeadamente pouco capital e reduzido número de colaboradores deverá tentar perceber naquilo que faz de melhor, especializar-se em produzir ou fornecer algo de muito bom e procurar arranjar os clientes que necessitam dos seus produtos e serviços

A especialização pode ser uma vantagem comparativa.

As pequenas empresas têm de pensar na melhor forma de competir com os gigantes. Elas têm algumas vantagens competitivas, pois conseguem ter maior flexibilidade para responder rápida e eficazmente aos pedidos que lhe são feitos, assim como fornecer serviços devidamente personalizados!

Crie produtos e serviços diferentes.

As pequenas empresas podem personalizar os produtos e serviços que executam realçando esse facto pois podem apresentar soluções à medida das necessidades dos clientes. Por isso se a PME estudarem a concorrência e conhecerem efectivamente as necessidades dos seus clientes podem oferecer coisas diferentes e personalizadas que encantam os clientes.

Impressione os clientes.

Não é normal ter uma segunda oportunidade por isso a PME deve impressionar desde o primeiro momento, porque normalmente não tem uma segunda oportunidade.

Quero com isto dizer que desde o atendimento personalizado (presencial ou ao telefone), deverá ser preciso, coerente, e criar empatia. Por isso deverá melhorar todas as suas competências na arte do atendimento e envolvimento com os clientes.

Cuide da sua reputação

É de facto imperativo que a sua reputação seja boa, não só como pessoa, mas também da empresa, pois nas PME a empresa confunde-se com os seus proprietários. Por outro lado a qualidade dos produtos e serviços deve ser elevada para que cada cliente seja uma máquina de referenciação da sua empresa.

Procure a melhoria constante.

A falta de cuidado com a qualidade pode levar ao afastamento de clientes, por isso a preocupação de servir bem, com qualidade no tempo útil (considero o tempo útil quando o clientes tem necessidade do produto ou serviço). Junte a esta preocupação a inovação pois assim poderá ir buscar mais clientes e surpreender os actuais. Por outro lado para os produtos e serviços inovados, há menor concorrência e por isso podemos conseguir obter mais-valias significativas.

Escute seus clientes com atenção.

Ouvir os clientes é a melhor forma de perceber o que eles necessitam. Por outro lado é forma de criar a empatia necessária para melhorar as vendas. Os clientes gostam de se sentir importantes e ao serem ouvidos sentem que nos preocupamos com eles.

O facto de nos focalizarmos nos clientes ajuda-nos no processo de fidelização, e torna-os numa ferramenta de marketing para a nossa empresa pois recomendam-nos aos seus amigos e parceiros

Planeie e monitorize a execução do plano

Citei neste blog  Brain Tracy, ” que em “cada minuto gasto com planeamento se poupa dez minutos de execução”.

Ora um bom planeamento ajuda a aumentar a eficácia do que é realizado, e permite antecipar os êxitos, controlar os riscos.

Planear é preparar a viagem, monitorizar é acompanhá-la com o mapa (hoje com o GPS), verificando a todo o momento se estamos a aproximarmo-nos do objectivo.

Inove.

Inove a sua loja, inove no atendimento, inove nos produtos e serviços. A inovação é o trampolim para a melhoria continua, e pode ser fundamental para melhorar a eficácia da sua produção assim como para a sua reputação.

Trabalhe de forma inteligente, saiba gerir o seu tempo

Como um empresário, você precisa possuir ego – confiança, mais um senso interminável de urgência desenvolver suas ideias. Por isso uma boa administração do tempo é fundamental para ter sucesso.

Estabeleça uma política de parcerias

Não está sozinho no mundo por isso procure outros empresários como você e estabeleça parcerias, onde possam partilhar serviços e produtos, assim como fornecer serviços e produtos complementares.

 Faça Network    

Uma “Network” é uma rede de contactos pessoais e profissionais organizada, e estruturada para criar ligações de pessoas, com a finalidade de promover o intercâmbio de informações, formação e ajuda ao desenvolvimento de negócios.

Uma rede de contactos é uma das formas mais eficientes de relacionamento profissional, pois permite conhecer pessoas, cimentar relações e criar mecanismos de confiança favoráveis ao desenvolvimento de negócios e promoção do mercado de trabalho.

Trabalhe estes conselhos, se tiver necessidade de falar e esclarecer algum conceito inscreva-se numa sessão de coaching gratuita, numa das próximas quintas-feiras. Terei muito gosto em esclarecê-lo e ajudá-lo!

 

Armando Fernandes

Business Coach / Consultor de Negócios

Formação para Empresários Programa – Fazer


3ª Edição de Outubro a Dezembro de 2011

APRESENTAÇÃO

A Iniciativa Formação para Empresários tem como objectivo reforçar as competências empreendedoras através da realização de formação e coaching (treino) para que consiga melhores resultados profissionais e pessoais.

Como formador Armando Fernandes, possuí elevada experiência na formação e coaching de negócios. “Acredito que esta iniciativa contribui para a melhoria da rentabilidade, das vendas e da gestão das pessoas, nas empresas participantes.”

Esta metodologia de formação e coaching tem a garantia êxito, comprovada pelos empresários que frequentaram as edições anteriores (2009 – 2010)

Fazer – Formar para o EMPREENDEDORISMO

  • Formar
  • Aprender
  • Zelar
  • Empreender
  • Resultados

 

INTERVENÇÃO

A Intervenção é destinada a empreendedores, que inde- pendentemente do seu nível de escolaridade, sintam a necessidade de conhecer e aprender novas técnicas de organização e gestão para o seu negócio.

A conclusão desta formação vai dar-lhe um conjunto de competências aplicáveis de imediato e com resulta- dos efectivos no desenvolvimento do negócio.

São realizadas cinco sessões de formação de 2h30m em sala de formação, e três dias depois de cada sessão, será agendada uma sessão de trabalho de 1 hora, com cada participante, para acompanhar o processo de assimilação dos conteúdos e apoio na implementação dos mesmos.

O limite de formandos por sala é 8, para uma maior facilidade de comunicação e transmissão de conhecimento.

Os temas abordados serão:

  • O Objectivo : A Liderança
  • Marketing
  • Vendas
  • Equilíbrio Financeiro
  • Gestão de Pessoas
  • Construa o seu Plano Estratégico

Depois da Sexta Sessão (Construa o seu Plano Estratégico), será agendada uma sessão de trabalho de 2h30m com cada empresa participante, para ajudar a concluir o Plano Estratégico.

DESTINATÁRIOS

  • Empresários, sócios ou accionistas com funções de gestão, administração e gerência das empresas;
  • Administradores ou gestores de empresas;
  • Familiares de Proprietários de empresas integrados à pouco tempo na gestão da empresa ou que estejam prestes a iniciar a sua integração;
  • Herdeiros de negócios que potencialmente possam assumir a gestão e orientação deste;
  • Pessoas que queiram iniciar novos negócios;
  • Jovens que queiram iniciar a sua própria actividade empreendedora independente.

METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO

A intervenção será realizada em várias frentes:

1ª – Formação em sala para o grupo de empreendedores (formação é teórica e prática)

2ª – Apoio directo e particular ao empreendedor com casos práticos do seu negócio, visando a aplicação das competên- cias trabalhadas na formação em sala.

Será efectuado um diagnóstico da situação actual e no final será prestado apoio na construção do PEN (Plano Estratégico de Negócio)

Nota: Serão aplicadas técnicas de coaching e de tutela para ajudar o empreendedor a atingir mais facilmente os seus objectivos e/ou os que queiram criar a sua própria empresa.

 

Para informações on-line 

Mais informações 934515241

Como transformar uma reclamação de um cliente num processo de fidelização


Todos temos dificuldade em aceitar críticas, apesar de afirmarmos muitas vezes que estamos dispostos a ouvi-las com o objectivo de nos corrigirmos.

De facto todos gostamos é de elogios. São o alimento do nosso Ego e com eles dificilmente conseguimos melhorar o que quer que seja.

No entanto é com os erros e a críticas que nós conseguimos crescer e melhorar.
Na nossa vida pessoal e profissional devemos promover processos de analise critica ao nosso desempenho, pois assim podemos promover mudanças para melhorar o nosso desempenho.

As empresas perceberam que o cliente é a razão da sua existência e sobrevivência e por isso criaram os Serviços de Atendimento ao Cliente. No entanto a maioria não está preparada para receber criticas e reclamações.

Por isso é importante que os dirigentes das empresas entendam que o processo de reclamações os ajudará a melhorar os serviços prestados e fidelizar clientes.

As reclamações têm uma grande importância nas relações entre os clientes e empresa, porque só através delas é que se consegue perceber o que há que melhorar.

É através das reclamações que a empresa fica consciente dos erros, e assim pode promover a sua correcção rápida com eficácia.

Por outro lado o cliente quando reclama está a fornecer informação valiosa, dando a chance de melhorar os serviços prestados.

Se esta chance não for desperdiçada, temos de certeza um cliente mais satisfeito e fidelizado. Por outro lado com a lição recebida temos todas as condições para impedir a concretização desse erro.

A realidade é muito dura pois a maioria dos clientes insatisfeitos não reclama, permanecem calados, e procuram outros fornecedores.

Portanto, as reclamações dos clientes devem ser encaradas com naturalidade e sempre bem recebidas, além de investigadas a fundo.

 

Armando Fernandes

Business Coach / Consultor de Negócios

Atendimento e reclamações!


Quando compro um produto ou serviço, tenho como objectivo suprir uma necessidade ou satisfazer algum capricho, por vezes, ainda que poucas compro uma chatice!

Constacto que a maioria das pessoas não reclamam e quando reclamam por telefone como eu, para o “número de atendimento ao consumidor” somos confrontados com sistemas automáticos de atendimento que nos fazem imensas perguntas inuteis e nós queremos é falar com alguém para apresentar as nossas razões.

Estudos sobre a insatisfação do cliente mostram que cerca de 25% dos clientes ficam insatisfeitos pelas suas compras e que menos de 5% se quiexam. Os utros 95% sentem que não vale a pena o esforço de reclamar, ou então não sabem como reclamar.

Também são indicados nesses estudos que 50% dos que reclamam obtéem uma resolução satisfatória do problema.

Parece-me no entanto que os responsáveis e proprietários de muitas empresas, e algumas muito grandes, não se preocupam com os clientes e suas opiniões.

Pois entendem que uma reclamação é uma enorme chatice e perda de tempo!

Parece-me também que uma reclamação é exactamente o contrário! É a real oportunidade para donos das empresas mostrarem como se preocupam com os seus clientes, pois irão trabalhar as emoções dos clientes, podendo fácilmente converter o conflito num processo de fidelização.

Porque 95% dos clientes insatisfeitos, que não reclamam, tomam a atitude de não comprar, e de 50 a 70% dos que reclamam voltam a comprar desde que a situação seja resolvida.

Outro dado interressante é que um clientes satisfeito partilha em média a sua experiência com 3 pessoas enquanto um cliente insatisfeito indica a sua insatifiação a 11 pessoas

Caro empresário pense sériamente na forma em que trata as reclamações dos seus clientes!

Armando Fernandes

Business Coach / Consultor de Negócios